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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Importante Notícia!!! Governo vai investir na ampliação de transplantes de saúde!!!


O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira, que vai investir R$ 76 milhões este ano para aumentar em até 20% a quantidade de transplantes de saúde realizados pelo Sistema Único de Saúde, o SUS. Na tarde de hoje, 27, dia em que se comemora o Dia Nacional do Doador de Órgãos, o ministério lançou a campanha "Seja um doador de órgãos e só assim serei feliz".

Os recursos, liberados por meio de portarias nesta segunda, serão investidos na criação de 80 leitos de transplante de medula óssea, 10 centros para transplante de córnea, ossos e pele e no treinamento e qualificação de 1,2 mil profissionais de saúde em todo o País.

De acordo com o Ministério da Saúde, o número de transplantes realizados no País vem aumentando há sete anos. Em 2003 foram quase 13 mil procedimentos realizados; no ano passado, esse número aumentou 59%, atingindo 20,2 mil cirurgias anuais.

No primeiro semestre deste ano, os órgãos mais transplantados foram o rim, com 1,4 mil procedimentos, seguido pelo fígado, com 663 cirurgias, e pelo coração, que contabilizou 99 transplantes.

Metade dos transplantes do País é feita em SP
O número de doadores de órgãos em São Paulo é semelhante ao de países europeus e dos Estados Unidos, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), e o Estado é responsável por 50% dos procedimentos realizados no País. "O Estado atingiu nossa estimativa para o País prevista para 2017, que é de 20 doadores por milhão de pessoas", diz o editor do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT) e conselheiro da ABTO, Valter Duro Garcia.

De acordo com ele, havia três doadores por milhão de pessoas em 1997, em 2004 este número subiu para sete. Em 2010, já são contabilizados 9,9 doadores a cada milhão e, em 2017, a expectativa da associação é que o Brasil tenha 20 doadores para cada 1 milhão de pessoas. Para isso, a ABTO espera 15% de crescimento anual em todo o País. "O ideal são 20, como acontece nos países desenvolvidos. E São Paulo já atingiu 22,5", disse Garcia. Os Estados Unidos têm cerca de 25 doadores por milhão de habitantes e, na Europa, o número varia entre 20 e 30.

Depois de São Paulo, Santa Catarina tem o segundo melhor índice, com 16,5 doadores por milhão; Distrito Federal, tem 16,4; Ceará, 15,3; e Espírito Santo, 14,7. Pará é o Estado em que as doações são mais escassas, com apenas 0,8 doadores por milhão de habitantes. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a Central de Transplantes registrou 571 doações, de janeiro a 15 de agosto de 2010 no Estado. O número representa aumento de 32,7% em relação ao mesmo período de 2009 e uma média de 2,5 doações por dia.

Médicos treinados e remunerados para o transplante
Segundo o coordenador da Central de Transplantes (CT) de São Paulo, Luiz Augusto Pereira, estes "resultados são frutos de medidas que estão sendo tomadas desde 1997, quando foi criada a organização de procura de órgãos". Umas das estratégias adotadas para alavancar o número de transplantes foi o treinamento dos profissionais de saúde na agilidade para identificar possíveis doadores.

O governo do Estado capacitou alunos de Medicina para a identificação da morte cerebral e procedimento de transplantes. "Formamos mais de 700 pessoas ligadas à saúde para exercer esta atividade, começamos a descentralizar o procedimento, em vez de ficar concentrado na CT, colocamos estes profissionais dentro de hospitais para agilizar o processo" explica Pereira. Eles aprendem como proceder diante da morte cerebral, falar com a família do paciente, realizar os exames clínicos e fazer a notificação ao CT.

A equipe treinada foi distribuída em diversas regiões do Estado e encarregada de identificar possíveis doadores em 30 hospitais. "Estas pessoas são remuneradas somente para fazer isso e, quando encontram alguém com morte cerebral, além de notificarem a CT, acompanham todo o processo de exames, conversa com a família e transporte dos órgãos", explicou Pereira.

De acordo com Garcia, em outros Estados existem médicos com esta função, mas, na maioria das vezes, não são remunerados pela atribuição. "O processo envolve uma dezena de médicos e deveria demorar 12 horas, mas tem durado entre 18 e 24 horas", afirmou. O coordenador de transplante permanece todo o tempo trabalhando até que o órgão seja enviado ao paciente da lista de espera, ou seja, pode ficar até 24 horas seguidas trabalhando.

Personagem das campanhas
O menino Matheus Lazaretti, 4 anos, que teve um coração transplantado aos 7 meses de vida, também participou do lançamento da campanha. Matheus é o personagem das campanhas do ministério desde 2007.

De acordo com o secretário de atenção à saúde do ministério, Alberto Beltrame, os recursos anunciados serão investidos na tentativa de acabar com a fila de espera por um transplante de órgãos. "Para isso, vamos incentivar médicos a orientar as famílias sobre a importância da doação e vamos valorizar a atuação desses profissionais, aumentando, inclusive, o valor dos honorários pagos para os médicos que participarem desse tipo de operação", afirmou.

Segundo Beltrame, hoje, 62% dos transplantes de medula são feitos por doadores cadastrados no banco nacional de medula óssea, sem nenhuma relação de parentesco com o paciente que precisa da operação.

"Hoje, temos 1,7 milhão de pessoas cadastradas no banco. Isso dá mais velocidade ao transplante, mas o número maior de pessoas candidatas também esperam por um leito para a cirurgia. Por isso vamos aumentar a quantidade de leitos para o transplante desse órgão - que, hoje, são 350 - para 430", disse o secretário do Ministério da Saúde.

Alberto Beltrame explicou que os recursos também vão financiar a construção de dez bancos multitecidos. "Estocar esses tecidos em bancos isolados é mais caro e menos eficiente do que se fizermos isso em conjunto. R$ 36 milhões serão destinados para essa atividade", afirmou.

A ministra interina da Saúde, Márcia Bassit, lembrou que, para ser doador, é preciso comunicar à família sobre a vontade do paciente. "Apesar de todo o esforço, ainda temos 60 mil pessoas que aguardam transplante na fila de espera. Sem doador, evidentemente, não há transplantes. Por isso faço um apelo: manifestem às suas famílias o desejo de doar seus órgãos. É o ponto fundamental para que a gente avance e diminua a lista de espera", disse.

Fonte: Terra.

2 comentários:

Ministério disse...

Olá, blogueiro (a),
Salvar vidas por meio da palavra. Isso é possível.
Participe da Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Divulgue a importância do ato de doar. Para ser doador de órgãos, basta conversar com sua família e deixar clara a sua vontade. Não é preciso deixar nada por escrito, em nenhum documento.
Acesse www.doevida.com.br e saiba mais.
Para obter material de divulgação, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br
Atenciosamente,
Ministério da Saúde
Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/minsaude

Jacqueline disse...

Voce sabia que o Dep. Estadual Bruno Covas tem programas de incentivo a doaçao de medula ossea ?

Para saber mais, acesse o link:

http://bit.ly/biBAEg

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Quando eu não mais existir,
Procure-me nas flores,
Eu serei o perfume daquela que você tocar.
Quando eu não mais existir,
Procura-me nas estrelas,
Eu estarei naquela que você olhar,
Quando eu não mais existir,
Procura-me nas noites frias,
Eu serei o orvalho que beija teus lábios,
Quando eu não mais existir,
Procura-me nos lagos,
Olhe e eu estarei na sua própria imagem para contemplá-lo,
Quando eu não mais existir,
Procura-me na escuridão da noite,
Eu serei o único raio de luz que como milagre surgirá para te iluminar,
Quando eu não mais existir,
Procura-me na chuva,
Para molhar teu rosto,
Quando eu não mais existir,
Procura-me nas bolinhas de sabão que surgirão nos céus,
E serei eu que vim até ti para fazer um carinho,
Quando eu não mais existir,
Procura-me no mar,
Eu serei as ondas que vem ao seu encontro para abraçar-te,
E para te dizer "estou aqui"
....Do seu lado...

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